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Decoração na década de 20 – Conheça as maiores tendências

13 tendências de decoração que falam ao coração e ao ambiente

De sempre e para sempre

Jamais devemos embarcar em absolutismos, linguísticos ou outros. Sabemos ainda que para sempre é muito tempo, talvez demasiado, mas, neste caso, concedemo-nos o atrevimento de avançar para infinitos porque tudo em nosso redor, mas acima de tudo a nossa intuição, e as vontades de Millennials e Centennials, nos dizem que esse é o caminho certo. O único, talvez. Nem deveríamos chamar-lhes tendências, porque estas, é bem sabido, vêm e vão, ao sabor de caprichos e modismos. Essa foi, seguramente, outra precipitaçãomas ela justifica-se na enorme vontade de apresentar as grandes direções de decoração que mais nos inspiram e que melhor preveem o futuro das casas e sua decoração. Este apanhado de rumos estéticos que aqui trazemos, e que marcarão o início da segunda década deste milénio, são, na verdade, linhas condutoras que sempre estiveram presentes, ainda que nem sempre tivessem dominado o mainstream. Sulcos trilhados deste sempre e que desejamos se mantenham até “ao infinito e mais além”, como já o disse alguém mais sábio do que nós, nestas coisas do futuro e das (im)possibilidades. São receitas óbvias, antigas, cimentadas, inicialmente, na falta de recursos que se traduzia em excesso de criatividade e engenho, na capacidade do olho transformador de artistas e inventores. Formas de fazer e de entender que assentam nas boas práticas, no retemperador apreço pela Natureza e pelo Homem e no desejo de não esbanjar, menos ainda esgotar recursos ou capacidades.

Claro que podíamos segredar-lhe já que o cinzento iniciou a sua linha descendente, enquanto o preto inundará todas as divisões, casas de banho e cozinhas incluídas, que o cimento reina ainda, que na arquitetura reinarão ainda mais os espaços polivalentes e multifuncionais, que, acompanhando essa necessidade de versatilidade dos espaços comunicantes de uma casa, também o mobiliário se apresentará cada vez mais modular, adaptado e adaptável a diferentes necessidades e tipologias, incluindo de vida. Que o verde intenso ganha terreno, que os tetos passarão a ser decorados e pintados com motivos e padrões, e podíamos continuar por aqui fora, ou por aqui dentro – como parece mais adequado –, enumerando mais umas largas dezenas que coisas que fomos apanhando aqui e ali, entre designers, arquitetos, decoradores, produtores e artistas. Preferimos, ao invés, digerir o muito que lemos e deixar-lhe aquilo em que vale a pena apostar. Ideias que importa naturalizar, conceitos que, quando próximos da nossa vida diária, são promotores de felicidade e bem-estar, e que deviam quase ser mandatórios, enquanto linhas de base, enquanto massa genérica ao estilo do pão de ló, sobre o qual pode depois recriar a sua própria receita, montar a sua própria casa. Um reflexo de si, conseguido por um certo número de boas práticas que todos respeita e que tem o planeta em linha de conta.

Pois essa lista aqui fica. Esquecemo-nos, apenas de, no final, acrescentar algo muito importante, pelo que, no fundo, calha bem que seja dito já agora e não lá mais para a frente: aquilo que verdadeiramente melhora uma casa, a par de tudo o resto que a seguir diremos, é o amor e esse multiplica-se com a presença de animais domésticos. Antes de redecorar, remodelar ou qualquer outro ‘re’, mude a sua vida para melhor, acrescente-lhe anos de saúde e bem-estar, mais amor e ambiente adotando cães e/ou gatos. Só depois decore, em torno disso e a pensar nisso também. É só uma sugestão, mas que cientificamente está provado ser capaz de aumentar a vida e a felicidade. Todo um universo de possibilidades e modas que se molda na perfeição aos nossos princípios e que, mesmo não acreditando em sinas, entra diretamente na linha do coração da Light It Be.

Madeira pura

A madeira, um eterno e incontornável clássico na construção e decoração de casas, torna-se cada vez mais omnipresente e orgulhosamente pura e primitiva, seja em contextos rústico, seja inserida em ambientes de atmosfera ultramoderna e sofisticada. A crescente novidade está na forma como ela se apresenta: bem próximo da sua textura, coloração e aspeto naturais. Orgulhosa das suas imperfeições e riqueza das suas marcas. Trabalhada manualmente, ou ‘esculpida’ numa peça compacta deste nobre material. Em grandes peças de mobiliário, em detalhes estruturais, como portas ou bancadas, ou em objetos de todos os dias, a madeira vai parecer que nos chega diretamente da floresta, com apenas alguns artesãos de permeio. Que coisa boa! Tal e qual como os candeeiros de madeira Light It Be.

Luz em evidência

A iluminação é sempre um dos pontos chaves da decoração, pelo que é matéria em constante revisão. Não se decora sem luz, pelo que, qualquer alteração nas tendências interfere com as luminárias e a forma como se distribuem num projeto. O que agora se eleva sobre a funcionalidade dos candeeiros, dos elementos mais elementares e úteis numa casa, é a estética dos mesmos. Estes ganham estatuto e evidência e as suas linhas orientam-se para formas orgânicas, esculturais. Os candeeiros tornando-se evidentes, decorativos, deixando o sólido, mas desinteressante papel de mero fornecedor de luz a um espaço. Eles são agora mestres de cerimónias, manuseiam a atmosfera, doseiam e moldam a luz e tornam a iluminação muito mais impactante. Na nossa Oficina da Luz, laboratório artesanal dos candeeiros Light It Be, há muito que apregoamos o mesmo. Parece que alguém nos anda a ouvir.

Reciclar e reusar

Começou com os hipsters e a sua capacidade inclusiva de recuperar estéticas de outrora e é reforçado agora pelos inventivos Millennials, cada vez mais apostados em formas sustentáveis e divertidas de reolhar os objetos e lhes dar nova vida, nodo futuro e até novo destino. Multiplicam-se os cursos de DIY, a busca de objetos em segunda, terceira ou velhíssima mão e adestram-se as mãos para os reabilitar. Uma forma inventiva de criar peças únicas, irrepetíveis guiadas por gostos e necessidades pessoais. Mais do que uma mera tendência, reciclar é um estilo de vida e uma aposta na sustentabilidade, recusando excesso de produção e de desperdício.

Ouro

A corrida ao ouro está no seu auge. De um pequeno detalhe, a uma grande peça. Se aplicado com elegância, o ouro é garantia de sucesso em qualquer ambiente. Do WC à cozinha. Claro que, quem diz ouro, diz latão.

Materiais nobres

Madeira, bambu, pedra, linho, juta, palhinha, seda, algodão, lã, canas, fibras feitas a partir de algas, cânhamo, casca de coco e de amêndoa, cabedal… Apesar do seu aspeto rude, porque são originalmente belas e não necessitam de grandes processamentos, são matérias adaptáveis, com as quais se pode obter uma multitude de resultados sofisticados, clássicos, tropicais, campestres ou ultramodernos.

Orgânico

Dos materiais às formas tudo se pretende natural, feito à imagem da Natureza e do Homem. Celular, vivo, com batimento cardíaco e ar fresco. Objetos funcionais e agradáveis, engenhosos e bonitos. Peças que não rejeitam, pelo contrário, prestam homenagem às matérias de que são feitas, materiais que se apresentam crus, longe da esterilização de desgastantes e dispendiosos processamentos industriais. Decoração orgânica é o braço armado de uma estética sustentável, mais conscienciosa e respeitadora. Humaniza-se, mais uma vez, limando arestas, arredondando linhas e elogiando esferas. Perfis curvilíneos conferem movimento e adequam-se de forma ergonómica ao seu manuseamento. Uma tendência que vai dos candeeiros de teto, de madeira ou palhinha, aos tapetes do chão, também eles de fibras vegetais, de lã e cabedal.

O elogio da imperfeição

O apreço pelos modos artesanais de fazer e produzir, acima de tudo pelo apreço pelo traço tosco, pela vibração imperfeita dos materiais nobres e naturais e da mão que os trabalha e pela beleza daí resultante aumenta o valor que se confere à imperfeição, à personalização e à irrepetibilidade de uma peça. Valoriza-se a unicidade, a exclusividade, não em peças ricas e ostentatórias, mas em objetos humildemente incríveis e originais. Valoriza-se ainda quem faz acontecer.

Maximalismo – Luxuriante, personalizado e criativo

Valor máximo têm ambientes personalizados, nascidos de vivências e gostos pessoais, onde todo o tipo de misturas acaba por contar uma história, um passado e um projeto de vida. Um pouco de kitsch, de acumulação de objetos, outro tanto de peças retro, herdadas ou apetecidas, que se misturam, com arte e estilo, com design contemporâneo, num colorido carrossel, ou em paisagens que se pincelam de excesso. Menos estéril, mais vibrante, este estilo maxi, tudo permite, mas só funciona quando há harmonia, quando se apura o equilíbrio, mesmo quando o mote é extravagante.

Tons crus

Depois do branco, os eternos tons natura, também ditos crus. Uma paleta de beges que torna tudo mais cálido e elegante, enquanto deixa os ambientes respirarem. Esta clássica paleta de cores neutras e intemporais discorre deste o tom de areia até ao chocolate, ou seja, fixa-se naquilo que muitos designam de tons tabaco, por contemplarem as várias tonalidades das folhas secas. Mais uma vez, a Natureza como ponto de partida e de chegada em ambientes natural chic, elegantes e requintados.

Tons terra

Claro que, aliando-se aos anteriores tons, surgem naturalmente os tons terra, com a terracota a encabeçar a lista de preferências. São o desfecho normal num discurso que faz o elogio aos materiais naturais e da terra, às fibras que dela brotam e às formas artesanais, texturadas e primitivas de as trabalhar. Cálidos e elegantes, podem moldar-se facilmente a qualquer estilo, ainda que ocorram com maior naturalidade no étnicos e rústicos.

Texturas

Opondo-se a ambientes demasiado estéreis e clean, esta é uma aposta um pouco mais feérica, onde se arrisca a mistura de texturas, com um certo sabor étnico, inclusiva a todos o tipo de rugosidades, padrões e imperfeições.

Mix & Match

No seguimento das texturas, outra aposta ganha é a mistura de fibras, cores e padrões, principalmente nos têxteis. Almofadas tricotadas, mantas de lã, franjas de algodão, cestarias, cabedal, pelo, seda. Não hierarquize materiais, antes, encontre-lhes uma narrativa e lógia comuns e misture-os a seu bel-prazer. Quando bem conseguido, o efeito é de uma total harmonia e um aporte inegável de conforto e de efeito artístico. Quanto maior for a aposta em fibras naturais, maior o conforto conseguido. O mesmo se passa com materiais estruturais. Alie o cimento afagado à madeira e à cerâmica, ao barro e a tudo o mais que se apresente agradável, durável e confortável, à vivência e ao olhar.

Decorar com plantas é obrigatório

As plantas são essenciais. Trazem a Natureza para dentro de casa, renovam o ar e dão frescura aos ambientes, tornando-os ainda mais vivos, orgânicos e pessoais. Seja com pendor tropical ou mais orientado para os exóticos e extraordinários catos do deserto, para igual efeito e menor manutenção. Pode ainda incorporá-las em padrões têxteis ou em papel de parede, quadros ou pinturas. Crie um delicado ou sofisticado herbanário e emoldure-o. Há uma infinidade de possibilidades para embelezar o seu próprio ecossistema. Dê importância ao ‘papel vegetal’.

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